O acordo de limitação do programa nuclear do Irão, alcançado em Novembro, em troca da suavização de sanções ao país, entra em vigor na próxima segunda-feira, dia 20 de Janeiro. A data foi acertada neste domingo.
O Irão aceita suspender o enriquecimento de urânio a mais de 5% e receberá as primeiras parcela de bens que tem congelados devido às sanções internacionais, nos termos do acordo obtido a 24 de Novembro de 2013.
Um responsável do Departamento de Estado do governo norte-americano anunciou no domingo que o Irão receberá a partir do início de Fevereiro 550 milhões de dólares (402 milhões de euros). Os bens iranianos congelados, e que deverão gradualmente ser desbloqueados, estão calculados em sete mil milhões de dólares (5,1 mil milhões de euros). O entendimento obtido em Novembro entre o grupo 5+1 (os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas e a Alemanha) e o Irão prevê que o país suspenda durante seis meses as suas actividades nucleares mais sensíveis a troco de um levantamento parcial das sanções ocidentais. É válido por um período de seis meses e pode ser renovado. Paralelamente, deverão decorrer negociações mais amplas sobre o dossier nuclear que, se forem bem sucedidas, deverão conduzir ao levantamento das sanções comerciais e financeiras que, por agora, se mantêm. O entendimento foi anunciado pelo ministério iraniano dos Negócios Estrangeiros do governo de Teerão e confirmado depois pela União Europeia. “A aplicação do plano de acção conjunto começará a 20 de Janeiro”, declarou o porta-voz do ministério, Marzieh Afkham. “A partir de Janeiro, o Irão começa pela primeira vez a eliminar o seu arsenal de urânio enriquecido a altos níveis e a desmantelar parte da infra-estrutura que torna possível esse enriquecimento”, comentou o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Ainda que limitado a um período de seis meses, o acordo conseguido em Novembro com o Irão pela China, Estados Unidos, França, Rússia, Reino Unido e Alemanha foi considerado potencialmente histórico por se seguir a uma década de profunda desconfiança e manobras para ganhar tempo.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Panorama Político - 09-01-2014 (O Globo - Ilimar Franco)
A Executiva nacional do PSDB vai aprovar resolução, no início de fevereiro, retirando a autonomia dos diretórios regionais para fechar alianças. As decisões dos estados serão submetidas ao aval da direção nacional e aos interesses da candidatura de Aécio Neves ao Planalto. Os tucanos querem evitar acordos que favoreçam candidatos à Câmara, mas não a de sua candidatura a presidente.
Comitê de recepção Ao retirar a autonomia dos estados para fazer alianças, o comando do PSDB quer evitar que seus caciques regionais se juntem a adversários no plano nacional. A cúpula tucana não quer submeter Aécio Neves aos apetites de suas bancadas estaduais. Estas, poderiam promover acordos para reeleger seus deputados, mesmo deixando Aécio sem palanque. No pleito de 1989, o candidato do PMDB, Orestes Quércia, chegou a aeroportos no Nordeste sem ninguém para recebê-lo. Em 1994, para evitar que isso ocorresse com o ex-presidente Fernando Henrique, o então presidente do PFL, Jorge Bornhausen, se lançou candidato ao governo de Santa Catarina.
"Meu amigo Eduardo (Campos) vai precisar endurecer o couro para conviver com o baixo padrão ético com que o PT enfrenta os adversários”
Aécio Neves Presidente do PSDB e senador (MG) Fato consumado O comando do PMDB garante que a candidatura do vice Luiz Fernando Pezão ao governo do Rio está sacramentada. Dizem que após o governador Sérgio Cabral deixar o cargo, em março, ninguém vai impedir Pezão de do de concorrer à reeleição. A sucessora Eliane Aquino, mulher do governador de Sergipe Marcelo Déda, morto em dezembro passado em decorrência de um câncer, deverá concorrer ao Senado no lugar de seu marido, que concorreria à vaga. Entre os partidos aliados (PT, PSB e PMDB), a indicação é consenso e entendida como uma homenagem ao trabalho político de Déda. Retrato do momento Adversários do PT do Rio, de todas as matizes, avaliam que a candidatura ao governo do senador Lindbergh Farias “não explodiu”. O petista tem se mantido numa posição apenas discreta, abaixo de Anthony Garotinho e de Marcelo Crivella. Apostando em novos ares O governo vai antecipar a entrada do consórcio Changi Airports/Odebrecht no Galeão. Isso deveria ocorrer em agosto, após a Copa. Mas ele vai começar a operar em 15 de janeiro, na entrega do plano de trabalho ao ministro da Aviação Civil, Moreira Franco. A antecipação ocorrerá também no Aeroporto de Confins, já na próxima semana. Abaixo de zero O governo vai licitar empresa de refrigeração para amenizar o calor no terminal de passageiros do Aeroporto Santos Dumont. Para evitar empresas sem qualificação, um dos requisitos do edital será know-how em refrigeração de grandes ambientes. E por falar em atraso De todos os aeroportos em obras, o que está dando maior dor de cabeça ao governo é o de Fortaleza. A reforma da pista é considerada lenta e um dos temores é o de que, nesse ritmo, não seja concluída até o começo da Copa, em junho. O Ministério da Saúde deixou de pagar emendas de muitos deputados. Elas se destinavam a hospitais, Santas Casas e instituições inadimplentes.
domingo, 5 de janeiro de 2014
Brasileira é selecionada em projeto para morar em Marte
DM.com.br
Luiza Mylena
Morar em um novo planeta foi o desejo de quase 200 mil pessoas se inscreveram para o projeto Mars One, mas apenas 1058 pessoas foram escolhidas para próxima parte da seleção, entre eles está uma brasileira. Priscila Justus Hamad, mora em Joinville, em Santa Catarina, e pode se mudar para Marte em 2024.
Antes de chegar à Marte a catarinense deverá passar por diversos testes em desertos dos Estados Unidos e do Ártico. Lá ela e os outros 1057 selecionados passarão por diferentes testes. "O treinamento, que começa em 2015, é para continuar até quando a gente for para a Marte, até 2024. Vai simular espaços confinados, convivência entre as pessoas, então é um treinamento bastante longo", explica em entrevista ao Jornal do Almoço.
Foto: Reprodução
A colonização em Marte será composta por quatro pessoas, que viajarão para o planeta em 2023. Priscila conta que haverá suprimentos para os moradores, mas eles terão que cultivar alimentos e buscar água para sobreviver.
Pode ser que a aventura seja vista pelos terráqueos que ficarem por aqui, porque um dos objetivos do programa é criar uma espécie de reality show. Bas Lansdorp é o diretor executivo da missão e está em busca de financiamento por canais de televisão do mundo todo.
Para os selecionados finais esta será uma viagem sem volta. O projeto prevê que seja uma missão só de ida e os primeiros moradores também serão os primeiros humanos a falecerem em Marte.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Ministro Jorge Hage, da CGU: "Não há nada contra Manoel Dias"
Fonte: FC - ASCOM | 22 de setembro de 2013
O Corregedor Geral da República, ministro Jorge Hage, afirma em vídeo, que reproduzimos abaixo, a propósito de denúncias da mídia, envolvendo o Ministério do Trabalho, que "quanto ao ministro Manoel Dias, não temos nada, absolutamente nada que o incrimine". Explicou o minisro que "ele (Manoel Dias) está há poucos meses no ministério". -Todos os problemas que estão aí (denúncias veiculadas pela mídia) são todos, sem exceção, aanteriores a ele - afrmou Jorge Hage, que ainda explicou: "Não tenho hoje, até aqui, nenhum fato, nenhuma irregularidade constatada pelas nossas fiscalizações e auditorias que seja atribuída ao ministro Manoel Dias ou ao período em que ele est no ministério". Clique aqui para o vídeo do Corregedor Jorge Hage
A Controladoria-Geral da União (CGU) é o órgão do Governo Federal responsável por assistir direta e imediatamente ao Presidente da República quanto aos assuntos que, no âmbito do Poder Executivo, sejam relativos à defesa do patrimônio público e ao incremento da transparência da gestão, por meio das atividades de controle interno, auditoria pública, correição, prevenção e combate à corrupção e ouvidoria.
A CGU também deve exercer, como órgão central, a supervisão técnica dos órgãos que compõem o Sistema de Controle Interno e o Sistema de Correição e das unidades de ouvidoria do Poder Executivo Federal, prestando a orientação normativa necessária.
Carolina Sarres Repórter da Agência Brasil
Brasília - O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, disse, hoje (26), que a mudança do cálculo para o reajuste do seguro-desemprego ainda
está em negociação com o governo, ao contrário do que havia dito nesta
semana quando informou que a alteração percentual no benefício estava
acertada com a Casa Civil e o Ministério da Fazenda. De acordo com ele, não há qualquer mal-estar com o Ministério da Fazenda,
que negou ter dado aval à medida no mesmo dia em que o Ministério do
Trabalho confirmou o reajuste. Dias participou do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços.
A mudança de percentual para o reajuste do seguro-desemprego, que
voltaria a ser feito com o mesmo cálculo usado atualmente para o
reajuste do salário mínimo, foi cogitada no contexto do anúncio de cortes
de R$ 10 bilhões no Orçamento, pela equipe econômica do governo.
Segundo o Ministério do Trabalho, a aplicação do novo índice, a ser
feita a partir de agosto, provocaria impacto de R$ 250 milhões nos
gastos até o fim do ano.
Ontem (25), Manoel Dias reuniu-se com o ministro da Fazenda, Guido
Mantega, para tratar da sua participação na reunião dos ministros do
Trabalho e de Finanças do G20 – grupo de países emergentes -, da qual
Mantega não pode comparecer. Dias informou que o reajuste do
seguro-desemprego foi mencionado, mas que foi formada uma comissão
técnica para avaliar a possibilidade do reajuste.
“Não houve recuo [por parte do Ministério do Trabalho]. Cada um tem
de se fundamentar bem nas razões que defende. Por isso temos um corpo
técnico competente e capaz, que vai buscar fazer contas e números”,
disse o ministro. Dias acrescentou que a comissão técnica, formada para
avaliar a possibilidade de reajuste, se reunirá nos próximos dias para
apresentar suas conclusões antes da reunião do Conselho Deliberativo do
Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), marcada para a quarta-feira
(31).
Sobre o veto
da presidenta Dilma Rousseff à proposta de extinção dos 10% sobre o
saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de trabalhadores
em casos de demissão sem justa causa, o ministro disse que o fim da
cobrança será feito quando o governo julgar oportuno. Para ele, esse
valor está sendo usado para expandir a demanda no país, com mais consumo
por parte da classe média. “Esse
valor está sendo usado a beneficiar um setor importantíssimo ao Brasil.
O país era muito injusto, tinha uma das maiores diferenças sociais do
mundo. E, agora, nós temos que resgatar e ser solidários. Ninguém morreu
porque está pagando 10% a mais” explicou.
Segundo ele, essa medida não deverá gerar a perda de apoio do empresariado
ao governo. Ontem, diversas entidades empresariais e sindicais emitiram
nota de repúdio ao veto e cogitam a possibilidade de derrubar o veto da
presidenta no Congresso. O ministro do Trabalho reconheceu a
possibilidade de derrubada da decisão de Dilma, que voltará à
deliberação de parlamentares.
Sobre o Projeto de Lei (PL) 4.330/2004,
que trata da terceirização de serviços, que tramita no Câmara e estava
para ser votado em caráter terminativo pela Comissão de Constituição e
Justiça (CCJ) no início do mês, Dias informou que o adiamento da
deliberação dos parlamentares teve o objetivo de ampliar o prazo de
negociação no âmbito da comissão quadripartite - Congresso, governo,
trabalhadores e empregadores - formada para discutir o tema. A votação
está prevista para 13 de agosto.
"Começa sempre muito tenso esse debate, mas na medida em que avança,
se progride. Nós avançamos muito, temos feito reuniões quase
semanalmente. Vamos encontrar saídas e o PL será bom para o Brasil. A
terceirização é uma realidade que não podemos ignorar. É melhor que a
regulamentação seja feita de comum acordo entre as partes envolvidas",
explicou o ministro. Edição: Marcos Chagas Todo conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative
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apenas dar crédito à Agência Brasil
Camboriú (SC): JS contribui com projeto do Estatuto Municipal da Juventude
Fonte: MCS - www.pdt-sc.org | 22 de julho de 2013
No
dia 19 de julho a Juventude Socialista do PDT de Balneário Camboriú,
representada por seu Presidente Sergio Rossi Regalin, Allan Müller
Schroeder e Patrick Machado, esteve em reunião na Câmara Municipal de
Vereadores com objetivo de contribuir com o Projeto de Lei n. 0049/2013
que "Institui o Estatuto Municipal da Juventude e dá outras
providencias". Os companheiros da JS PDT se reuniram com o autor da
matéria, Vereador Pedro Francez (PSD), aproveitando para protocolar
sugestões de emendas ao projeto, buscando seu aperfeiçoamento.
A JS PDT de Balneário Camboriú fez uma
profunda análise em suas reuniões do texto apresentado, fazendo
sugestões no sentido de responsabilizar acerca da gestão e execução das
Políticas Públicas de Juventude na cidade o Conselho Municipal de
Juventude e o Departamento de Assistência a Juventude. Outra preocupação
foi no sentido de que o Plano Municipal de Juventude, a ser elaborado a
partir da aprovação do estatuto, seja realmente fruto de um processo
democrático de discussão com a sociedade civil por meio de audiências
amplamente divulgadas e transparentes.
Também ressaltou-se a necessidade do
Estatuto Municipal de Juventude nortear os itens que devem compor o
Plano Municipal de Juventude, com base nas orientações provindas das
Conferências de Juventude já realizadas. Neste sentido a JS PDT defende,
por exemplo, que o estatuto contenha uma previsão com objetivo de
garantir que o plano estabeleça uma proposta para ampliação da educação
integral no ensino público municipal, compromisso histórico do PDT e do
Trabalhismo brasileiro.
Por fim, o Presidente Sergio informou
que "a JS PDT de Balneário Camboriú apóia a proposta do estatuto
municipal e estará acompanhando a tramitação do projeto, além de
encaminhar suas contribuições para os demais vereadores".